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Aviação
“Tudo leva a entender que o mercado continuará sensível à variação do dólar e dos combustíveis ao longo deste ano, o que deve impactar no preço das passagens para o consumidor”, afirma o professor Volney Gouveia, que leciona economia no curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi. Veja matéria comple no link do Jornal da Tarde: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/viajar-de-aviao-vai-ficar-mais-caro/
Escrito por Volney às 14h21
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Entrevista sobre Tributos
85 Impostos e Taxas – Coisa da Política BrasileiraPublicado por Programa Voz Ativa em 17 de dezembro de 2011 De acordo com o economista Volney Gouveia, os impostos que incidem sobre a cesta básica variam de 25% a 35%. “A empresa produtora paga PIS e COFINS ao governo e esse valor é repassado no produto para o comerciante, que também precisa pagar o ICMS. Esse efeito cascata sobra para o consumidor, que acaba pagando todos esses impostos acumulados. Se você gasta com MERCADO R$ 333,92 com os produtos básicos para sua casa, O valor poderia baixar para R$ 217,04, caso houvesse isenção de impostos. Uma redução de R$ 116,88 no bolso do consumidor.GÁS DE COZINHA 13 kilos (GLP) custa 46,00 reais,quase um quarto do valor(23,92%)= R$:11,00 reais do preço do botijão é destinado ao pagamento de impostos.Agua tratada e Energia Elétrica uma média de 33% são de impostos.
Para ver matéria completa, acesse http://www.programavozativa.com.br/?p=2587
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 20h07
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Entrevista sobre Setor Externo
Exportações no ABC aumentam mais de US$ 1 bilhão neste ano— Publicado em: 06/10/2011 13:24 Cidade de São Bernardo é responsável por 64% do total exportado ELDER MONTEIRO Da Redação*
A região obteve um aumento de US$ 1.221.310.726 nas exportações, entre os meses de janeiro e agosto deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010, atingindo o volume total de US$ 5.003.087.298. Os dados são de pesquisa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Nas importações, o ABC também registrou aumento de 24,12%, totalizando US$ 4.043.001.919, o que representa um saldo positivo na balança comercial de US$ 960.085.379 Apesar de ser responsável pela maior parcela das exportações do ABC (64%), São Bernardo teve queda no índice de 1,7%, enquanto Santo André e São Caetano tiveram aumento, respectivamente, de 1,73% e 0,51%. Entre os produtos mais exportados pela cidade estão chassis com motor, tratores rodoviários e automóveis. Segundo o economista Volney Gouveia, a cidade líder de exportação possui alguns fatores como tradição, localização, logística e características sócio-econômicas, que a diferenciam das demais. Também por contarem com infraestrutura mais desenvolvida, São Bernardo, Santo André e São Caetano respondem por quase a totalidade das exportações da região (88,31%). “Os três municípios reúnem as principais montadoras, o que fazem delas carros chefes, quando comparadas às cidades menores”, comenta o especialista. Já o destaque negativo na região ficou com o município de Diadema, que registrou um déficit de US$ 321.178.584, causado pela crescente importação de produtos e estabilização das exportações. De acordo com os dados divulgados, os produtos mais importados na cidade estão ligados a área de construção civil, como equipamento de elevação de carga e descarga e terraplanagem. Porém, nem sempre um déficit pode ser encarado como ruim para um município. Isso porque o valor gasto com importação pode servir para estimular a economia local, gerando empregos e consequentemente movimentando a cidade. “No nosso caso, o volume de importações se deve ao grande número de indústrias de autopeças presentes na cidade. Ou seja, buscamos alguns materiais básicos fora do país e vendemos depois os produtos finalizados às cidades vizinhas”, disse o diretor de Desenvolvimento Econômico de Diadema, Walter Bottura. De acordo com Volney Gouveia, o fato de os outros municípios da região não conseguirem exportar como as grandes cidades do ABC, se deve principalmente a falta de industrialização das cidades. Para aumentar as taxas de exportações, o especialista sugere mais atrativos para as empresas internacionais. “A melhor alternativa seria que as indústrias estrangeiras viessem para o Brasil. Com isso, os valores das peças e dos produtos iriam baratear para as empresas nacionais, que no processo produtivo utilizam em média 20% de peças internacionais”, disse Gouveia. *Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo Para ver matéria completa, acesse: http://www.metodista.br/rronline/noticias/economia/2011/10/exportacoes-no-abc-aumentam-mais-de-us-1-bilhao-neste-ano
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 20h04
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Entrevista sobre Aviacão
Anhembi Morumbi é única com curso superior de aviação em SP
Percebendo o aumento vertiginoso da demanda de profissionais para ingressarem no quadro das companhias aéreas, a Faculdade Anhembi Morumbi decidiu investir no segmento e preparar os alunos para o mercado promissor. Atualmente, é a única faculdade em são Paulo a oferecer o curso superior de Aviação Civil. “Nossa preocupação é manter a grade curricular conforme as exigências das companhias. A taxa de empregabilidade no setor está elevada”, explicou o professor Volney Gouveia, do curso de Aviação Civil. “Com o crescimento do mercado, estima-se que, até 2014, a demanda anual de passageiros seja de 85 milhões. As perspectivas são ótimas para quem ingressar na aviação civil”, concluiu. Veja a matéria completa em http://www.agsnoticias.com/news/avia%C3%A7%C3%A3o%20civil%20procura%20profissionais%20no%20mercado/
Leia mais: http://www.agsnoticias.com/news/avia%C3%A7%C3%A3o%20civil%20procura%20profissionais%20no%20mercado/ Crie seu site grátis: http://www.webnode.com.br
Categoria: Viagem
Escrito por Volney às 20h02
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Entrevista sobre Loteria
Chance de ganhar é reduzida, alerta economista Segundo o professor de economia, Volney Gouveia, as chances de uma pessoa acertar os seis números com a aposta mínima da Mega é de 1 em 50.063.860, ou seja, 0,000002%. No entanto, apesar da dificuldade para acertar as seis dezenas, o aposentado Ivair de Sousa Benevides costuma gastar apenas esse valor em apostas semanais. “Às vezes acerto o terno da quina e ganho uns troquinhos, mas ainda tenho esperança em ganhar na mega”, disse confiante. O serralheiro Edvaldo Rosa Pereira, há mais de seis anos gasta R$ 135 por semana. “Aposto cerca de R$ 45 na quina e R$ 90 na mega por semana”, afirmou. “Às vezes ganho o terno, mas o máximo que ganhei foram R$ 102”, completou, sem perder as esperanças. De acordo com o economista a melhor opção para Edvaldo Pereira seria aplicar o dinheiro em algum fundo ou apostar em um bolão. “A chance de ganhar é muito reduzida. É razoável aplicar o dinheiro em algum fundo ou apostar em um bolão. O custo será reduzido e ainda ganharia um valor alto (caso vencesse na loteria)”, aconselhou. Gouveia destacou, ainda, que se o serralheiro aplicasse em qualquer fundo os R$ 6,4 mil que chega a gastar em bilhetes de loteria por ano, em um período de 10 anos poderia juntar quase R$ 20 mil e teria como lucro perto de R$ 4 mil. Para ver a materia completa, acesse: http://www.diarioregional.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6156:apostas-em-loterias-da-caixa-bateram-recorde-em-2011&catid=54:noticias&Itemid=411
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 19h59
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Frota de veículos cresce 71% nos últimos 10 anos em São Bernardo — Publicado em: 19/08/2011 08:34 Índice é maior que o de São Paulo, no mesmo período São Bernardo tem uma frota de 324 mil carros e um total de 765 mil habitantes - Foto: Jô Rabelo/RRJ FELIPE DÓTOLI Do Rudge Ramos Jornal*
Nos últimos 10 anos, São Bernardo registrou um crescimento do número de veículos nas ruas. Desde 2001, a quantidade de carros, caminhões e de outros automotores cresceu 71%. Esse índice, no período, é maior até que o apresentado por São Paulo, a maior cidade do país, que atingiu 61%. Esse crescimento é visível para o morador. No início dos anos 2000, havia pouco mais de 270 mil veículos emplacados em São Bernardo. Até o mês de julho deste ano, a cidade registrou mais de 460 mil. Desse total, 324 mil são automóveis. A cidade tem 765 mil habitantes. Entre as sete cidades que compõe o ABC, São Bernardo lidera também pela frota, com 37%.
Segundo especialistas, um dos fatores que explicam o aumento é o poder aquisitivo da população, que aumentou nos últimos anos, além da falta de políticas que desestimulem os moradores a usar os automóveis. “Aqui em São Bernardo os transportes públicos são específicos, não há um sistema integrado. Isso dificulta a situação”, afirmou o economista Volney Gouveia. Outro fator apontado pelo economista é a facilidade de financiamento para adquirir um carro, moto ou mesmo um veículo de serviço. “No geral, o acesso para consumir, principalmente veículos, está facilitado. Com as montadoras instaladas no Brasil, facilita a compra, até porque a logística é menor do que a de um carro importado, diminuindo o preço e facilitando a compra”, disse. A facilidade na compra se reflete em todo o Brasil. O primeiro semestre de 2011 quebrou o recorde do ano anterior na venda de veículos. Nos seis primeiros meses, foram emplacados cerca de 2 milhões de unidades, 8,6% a mais do registrado no mesmo período de 2010. Gouveia disse também que a entrada de montadoras asiáticas no mercado brasileiro contribuiu para o aquecimento do mercado. Oferecem preços baixos e peças mais baratas, proporcionando ao consumidor uma nova alternativa na hora de comprar seu automóvel. “As empresas asiáticas, como a Honda e a JAC, têm entrado com muita força no mercado nacional. Isso estimula o consumo”, disse Gouveia. Nos últimos 10 anos foram fabricados mais de 20 milhões de veículos em todo o Brasil, um crescimento de mais de 100% em comparação com toda a produção feita antes de 2001. Trânsito - O aumento da frota de veículos é sinônimo de mais trânsito, caos e dor de cabeça para os motoristas nas grandes cidades. Os congestionamentos são mais frequentes. O tempo que se fica dentro de um carro para chegar ao trabalho, por exemplo, é maior. O motorista passou a sair mais cedo de casa para chegar ao trabalho ou à escola. Segundo Silvana Zioni, engenheira ambiental da UFABC (Universidade Federal do ABC), as mudanças para ajudar a desafogar o trânsito terão de partir dos motoristas. “As pessoas terão de se conscientizar de que não é mais possível se deslocar a todo o momento com o automóvel”, disse Zioni, que já atuou na área de trânsito. A especialista defende também a adoção por parte dos governos de políticas que estimulem a população a usar o transporte público para conter o aumento excessivo de automóveis nas ruas. “Não dá para pensar em mudanças sem pensar em um transporte melhor para a população.” Mais carros mais poluição - O aumento da frota de veículos em São Bernardo, que chega a quase 500 mil, não piora apenas o trânsito da cidade. Outro problema gerado pelo fato de mais carros transitarem pelas ruas é a poluição causada pelo monóxido de carbono que sai dos canos de escapamento. Segundo últimos dados da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), a cidade possui um índice de MP (Material Particulado) - um conjunto de poluentes constituídos de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que se mantém suspenso na atmosfera – considerado “Saturado Severo”, índice mais alto na avaliação da qualidade do ar. Os veículos têm grande parcela de culpa, já que cerca de 80% dos poluentes encontrados na atmosfera são provenientes de automóveis a diesel, gasolina, álcool e GNV (Gás Natural Veicular). Os automóveis a diesel não produzem apenas MP, mas também carboneto, dióxido de carbono e óxido de nitrogênio, que são grandes gases poluidores, nocivos para a saúde humana e para o meio ambiente. Segundo Jefferson Moraes, coordenador do Projeto Orientar, uma iniciativa de inspeção veicular não obrigatória e não punitiva em São Bernardo, uma forma de melhorar a poluição são as revisões preventivas. “As revisões evitam quebras prematuras, uma das grandes fontes de poluição, já que ocasiona congestionamento e, consequentemente, acúmulo de poluidores naquele local.” Em 2010, o Projeto Orientar inspecionou 2.300 veículos em São Bernardo, com 94% de aprovação. Até o início de agosto, a meta alcançada no ano anterior já foi batida, com mais de 2.700 inspeções.
*Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Bernardo
Escrito por Volney às 00h03
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Entrevista sobre Mercado Trabalho
Cerca de 85% dos acordos salariais tiveram ganho real no primeiro semestre do ano — Publicado em: 18/08/2011 18:09 Número de reajustes superiores à inflação ficou atrás do primeiro semestre de 2010, com 86,7 % HEITOR NEVES Da Redação* No primeiro semestre do ano, 353 acordos salariais tiveram 84,4% de ganho real em relação à inflação. Este indicador é medido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O percentual foi o segundo maior da história do estudo, perdendo apenas para o primeiro semestre de 2010, quando o número de acordos salariais acima da inflação atingiu a marca de 86,7%.
O comércio foi o setor que mais cresceu, com 97,7% de reajuste. O segmento de serviços representou o menor aumento, onde 77% dos acordos obtiveram ganho real . A área industrial ficou com a média de 87% do número de contratos acima da inflação.
Segundo o economista Volney Gouveia, esse aumento foi positivo, embora tenha sido inferior aos índices do ano passado. "Os reajustes garantem maior poder de compra aos consumidores e ajuda a aquecer a economia”. Para Volney, o setor de serviços teve menor crescimento pela falta de organização de seus representantes.
De acordo com o presidente do sindicato dos metalúrgicos de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva, os novos ajustes com as indústrias foram satisfatórios tanto para as grandes, quanto para as pequenas empresas. “Em São Caetano conseguimos um ótimo acordo com a GM. Foi o melhor em comparação com outras grandes montadoras”, comentou. *Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo. Ações do documento
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 00h00
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Categoria: Economia
Escrito por Volney às 19h06
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Entrevista sobre Emprego
| | São Bernardo e São Caetano lideram geração de novos postos de trabalho
O ABCD registrou saldo positivo com a criação de 3.551 postos de trabalho com carteira assinada no mês de maio. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta segunda-feira (20/06), pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Em maio, a geração de empregos formais foi liderada por São Bernardo (1.080), seguida de São Caetano (951), Mauá (693), Santo André (668), Diadema (302) e Rio Grande da Serra (5). Já Ribeirão Pires fechou com saldo negativo (-148), com mais dispensas do que contratações. Dos oito setores da economia regional, a indústria de transformação liderou o ranking de emprego com um saldo positivo de 1.792; logo atrás o setor de serviços também impulsionou as contratações, resultando em um total de 1.177 novas vagas. Já a construção civil teve queda de contratações em cinco cidades e apenas em São Bernardo e Mauá houve geração expressiva de ocupações. O segmento do comércio, que tradicionalmente abre muitas vagas, em maio não obteve bom desempenho e apenas Santo André e Diadema contabilizaram mais de 100 vagas preenchidas pelos trabalhadores. De acordo com o diretor executivo do Smabc (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC), Carlos Alberto Gonçalves, (o Krika), o quadro geral é positivo em relação ao emprego gerado na indústria, mas a instituição está atenta e já está promovendo ações junto ao sindicato empresarial e ao governo para lutar pela geração de empregos no setor industrial. “A nossa expectativa é de que as exportações continuem crescendo para proporcionar oportunidades para o setor. Nosso objetivo é lutar também para que as empresas possam investir em inovação e impulsionar a geração de empregos na cadeia automotiva.” Na concepção do economista e professor de economia da FSA (Centro Universitário Fundação Santo André), Volney Gouveia, o mercado interno é o principal agente que está contribuindo para que as empresas instaladas no País alcancem resultados expressivos na geração de postos de trabalho. “As ações anunciadas recentemente pelo governo federal ainda não emplacaram e a indústria continua com dificuldade para trabalhar com o câmbio vulnerável. Acredito que o setor automobilístico ainda mantém um ritmo excelente com as vendas de aproximadamente 250 mil veículos por mês e isso acaba contribuindo para a geração de novas vagas no segmento industrial”, pontuou. Empregos passam de um milhão neste ano - Os empregos com carteira assinada no País totalizaram 252.067 postos de trabalho em maio. O número de empregos criados não é recorde histórico para meses de maio. O melhor resultado para o quinto mês de um ano foi registrado em 2010 - quando foram criados 298 mil empregos formais. Apesar de o número ter recuado em maio e nos cinco primeiros meses deste ano (1,17 milhão) o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, insistiu que não há desaceleração na criação de empregos formais. “Atingimos o primeiro milhão (de empregos criados) da presidente Dilma Rousseff”, comemorou o ministro Lupi. O valor, porém, ficou abaixo do registrado em igual período do ano passado, um total de 1,38 milhão. Ajuste - “Não considero desaceleração. Considero ajuste. Pode haver algumas adequações momentâneas do mercado. A área de emprego tem alguns efeitos diferenciados da economia. Quando o PIB em 2009 foi negativo, acabamos com mais de 1,7 milhão de empregos criados”, disse ele. Conforme o ministro, os investimentos externos é que serão responsáveis por alavancar os empregos formais neste ano. “Como teve uma diminuição da oferta de recursos dos bancos públicos, houve uma ampliação de investimentos estrangeiros, o que não aconteceu em 2008 e 2009. O Brasil virou uma meca de investimentos. Todo mundo quer investir no Brasil”, afirmou ele. |
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 17h11
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Entrevista sobre Aviação FABRICANDO RESULTADOS Indústria aeronáutica nacional acompanha o bom momento da economia, mantém crescimento e aposta na ampliação da capacidade produtiva e na inovação em tecnologia e serviços Por Suzamara Bastos Na esteira do desenvolvimento econômico que o Brasil vive nos últimos anos, o setor aeronáutico registra uma invejável marca na arena empresarial do país: somente nos últimos sete anos, o segmento de aviação comercial dobrou de tamanho. Os números são surpreendentes: de 2003 a 2010, houve uma expansão superior a 100% no tráfego de passageiros (medido em passageiro por quilômetro), o que aumentou a competitividade do mercado e criou singulares oportunidades para as empresas dessa área. Segundo Volney Gouveia, professor do curso de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi, são três os principais fatores que explicam esse avanço: o crescimento econômico médio de 4,5%, a queda dos preços impulsionada pelo aumento da renda e pela redução de custos das empresas aéreas e a elevação da renda média da população, notadamente da classe C, que passou a utilizar o modal aéreo. “Apenas no ano de 2010, aproximadamente 10 milhões de passageiros passaram a utilizar o modal aéreo no Brasil”, afirma. Integrante do bloco de países com grande potencial de crescimento em curto e médio prazos ao lado de China, Rússia e Índia, o Brasil possui uma indústria de aviação cuja palavra de ordem é crescimento. Atualmente, o principal nome é a Embraer, terceiro maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo. Sediada em São José dos Campos, São Paulo, ela conta com cinco unidades fabris e possui uma carteira de pedidos firmes avaliada em US$ 16 bilhões. No primeiro trimestre de 2011, gerou uma receita de R$ 1,7 bilhão. O maior cliente dela no país é a Azul Linhas Aéreas, que tem em sua frota 28 aeronaves fabricadas por aqui. “A Embraer exporta, em média, cem aeronaves por ano e ainda atende ao mercado interno. É um caso excepcional dentro da estrutura produtiva brasileira, pois, atualmente, é a única empresa nacional de grande porte com destacada atuação internacional na indústria de alta tecnologia”, diz Gouveia. http://aviaorevue.terra.com.br/index.asp?codc=1579
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 10h51
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Entrevista sobre Setor Aéreo Classe C fará 52% dos voos internacionais em 2011, diz estudo  De 2002 até 2010, a nova classe média gastou 242% a mais com turismo LARISSA LIMA Especial para o RROnline* A nova classe média brasileira optou por voos mais altos, literalmente. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular, 52% das viagens áreas internacionais de 2011 serão realizadas pela classe C. Essa porcentagem equivale a 5,6 milhões de pessoas. As classes A/B ficam com 37% deste mercado, e as classes D/E, com 11%. O levantamento também apurou que, para o público emergente, a indicação de parentes e amigos é fundamental na escolha do destino. O segurança Robson Rodrigues, 34 anos, consultou o irmão antes de bater o martelo. "Ele já viajou a muitas cidades fora do Brasil. Pedir informações à família é bem mais seguro", contou. Rodrigues vai embarcar no mês de junho para Buenos Aires, capital da Argentina. "É mais barato, já que a nossa moeda vale mais do que a deles", explicou. A cidade é a preferida desse público, conforme informação divulgada pela empresa aérea Gol. Porém, não basta escolher o local e garantir a passagem. Durante o período de viagem surgem muitas despesas com hospedagem, compras e alimentação. Segundo a pesquisa do Data Popular, a classe C está disposta a abrir a carteira. De 2002 até 2010, o gasto com turismo aumentou 242% neste segmento. A explicação para esses números está na boa fase econômica que o país atravessa. “Nos últimos oito anos, houve um crescimento da renda média, foram criados 15 milhões de empregos. O preço do dólar também sofreu uma queda significativa, ou seja, ficou mais barato ir para o exterior”, disse o economista Volney Gouveia. As empresas aéreas também contribuem para o aumento na porcentagem de viagens. “As companhias descobriram que o brasileiro gosta de parcelar e resolveram oferecem isso a ele. Essa facilidade é um chamariz para atrair clientes”, afirmou o especialista. A Tam é um exemplo disso. Em comunicado oficial, a empresa informou que, por meio de acordos com bancos, o cliente pode dividir o valor da passagem em até 48 meses. Claro que há juros a pagar dependendo do número de parcelas escolhido. Animado com as ofertas do mercado, o segurança Rodrigues acredita que esse é o melhor momento para viajar. "Atualmente, é possível arcar com os custos e ainda guardar dinheiro para se divertir no local escolhido”, afirmou. Entretanto, é preciso ter cuidado. O economista Gouveia alerta para os juros embutidos em pagamentos prolongados. “O melhor modo de comprar é à vista. Só assim é possível fugir de valores abusivos”, concluiu. *Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de SP http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2011/06/03/classe-c-fara-52-dos-voos-internacionais-em-2011-diz-estudo.jhtm
Categoria: Viagem
Escrito por Volney às 21h50
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Entrevista sobre Setor Aéreo Brasileiro
Classes C, D e E começam a voar Facilidade de pagamento e preços baixos facilitam o acesso à primeira viagem de avião A movimentação de passageiros em vôos nacionais cresceu 30,58% em agosto deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2009. O índice representa cerca 6 milhões de desembarques contra 4,6 milhões do ano passado. O aumento do movimento nos aeroportos brasileiros é apoiado pela compra de passagens aéreas por consumidores das classes C, D e E, pessoas que até pouco tempo não podiam pagar uma passagem aérea. “Se o atual ritmo for mantido, fecharemos o ano com 64 milhões de desembarques domésticos”, estimou o ministro do Turismo, Luiz Barretto. A estabilidade econômica do Brasil e as ofertas das companhias aéreas estão entre os fatores que explicam o crescimento e a chegada de 9 milhões de novos consumidores brasileiros ao setor nos próximos 12 meses, pessoas que realizarão pela primeira vez uma viagem de avião. Aproximadamente 65% deste público pertence às classes sociais com menor poder aquisitivo. São viajantes que deixarão de viajar de ônibus, como faziam há alguns anos, e passarão a utilizar o transporte aéreo. De acordo com o professor de economia da FSA (Fundação Santo André), Volney Gouveia, o fato do valor da passagem aérea estar mais competitivo que o do bilhete rodoviário e o aumento da renda das classes C, D e E contribuem para a expansão do setor. “A tendência é de que o transporte aéreo seja mais utilizado nos próximos anos pela população. As empresas estão se preparando para isso e muitas vendem seus bilhetesem supermercados, lojas de serviços ou em lojas próprias nos centros comerciais populares”, indica. O professor destaca que não faz parte da cultura do brasileiro utilizar o transporte aéreo, barreira que é rompida após a primeira viagem. “A população ainda tem uma certa resistência ao serviço aéreo, mas isso ocorre por falta de informação ou até mesmo por achar que a passagem aérea é mais cara que o bilhete rodoviário, quando o preço muitas vezes é semelhante. Como as pessoas não possuem o hábito de ir até o aeroporto, acabam optando por ir até a rodoviária e comprar a passagem de ônibus”, finaliza. http://www.abcdmaior.com.br/imagens/upload/jornal/259.pdf
Categoria: Viagem
Escrito por Volney às 15h24
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Entrevista sobre Nível de Emprego
ABC gera 900 novos empregos em março, aponta pesquisa do Ciesp — Publicado em: 14/04/2011 17:23 Setores que mais geraram emprego foram o de máquinas e equipamentos e veículos automotores e autopeças src="http://platform.twitter.com/widgets.js" type="text/javascript"> src="http://connect.facebook.net/pt_BR/all.js#xfbml=1"> O setor que mais gerou emprego foi o de máquinas e equipamentos - Foto: Camila Bevilacqua/Arquivo RRJ LUIZA VIDAL HEITOR NEVES Da Redação* O nível de emprego industrial no ABCD aumentou 0,37%, segundo o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), no mês de março deste ano, o que significa um acréscimo de 900 postos de trabalho. Os setores que mais geraram emprego foram o de máquinas e equipamentos (2,09%) e veículos automotores e autopeças (1,44%). Nos últimos 12 meses, o acumulado foi de 3,43%, resultando um acréscimo de aproximadamente 8.100 postos de trabalho no ABCD. Segundo o economista Volney Gouveia, o crescimento é adequado para as características da região. “Ao contrário do PIB do Brasil, o setor industrial tem um peso mais relevante em questão de riquezas do ABC. É um setor que tem mantido os níveis de emprego”. Devido ao aumento das classes C e D na região, o nível de emprego industrial aumenta, refletindo a dinâmica que o Brasil vive. “De um lado tem a estabilidade econômica, de outro o aumento da renda com a ascensão das classes C e D, resultado da mudança do perfil de consumo das famílias do ABCD”, afirmou o economista. São Bernardo mostrou os melhores resultados da região. A cidade apresentou uma variação de 1,36% no nível de emprego, o que significa um acréscimo de aproximadamente 1.300 postos de trabalho. O principal setor que influenciou o resultado foi o de veículos automotores e autopeças (1,68%). Em contraponto, o setor de Produtos Químicos (-0,52%) mostrou variações negativas. *Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 16h24
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Categoria: Economia
Escrito por Volney às 17h53
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Entrevista sobre Nível de Emprego no ABC ABC gera 900 novos empregos em março, aponta pesquisa do Ciesp — Publicado em: 14/04/2011 17:23 Setores que mais geraram emprego foram o de máquinas e equipamentos e veículos automotores e autopeças O setor que mais gerou emprego foi o de máquinas e equipamentos - Foto: Camila Bevilacqua/Arquivo RRJ LUIZA VIDAL HEITOR NEVES Da Redação* O nível de emprego industrial no ABCD aumentou 0,37%, segundo o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), no mês de março deste ano, o que significa um acréscimo de 900 postos de trabalho. Os setores que mais geraram emprego foram o de máquinas e equipamentos (2,09%) e veículos automotores e autopeças (1,44%). Nos últimos 12 meses, o acumulado foi de 3,43%, resultando um acréscimo de aproximadamente 8.100 postos de trabalho no ABCD. Segundo o economista Volney Gouveia, o crescimento é adequado para as características da região. “Ao contrário do PIB do Brasil, o setor industrial tem um peso mais relevante em questão de riquezas do ABC. É um setor que tem mantido os níveis de emprego”. Devido ao aumento das classes C e D na região, o nível de emprego industrial aumenta, refletindo a dinâmica que o Brasil vive. “De um lado tem a estabilidade econômica, de outro o aumento da renda com ascensão da classe C e D. Representando a mudança do perfil consumista das famílias do ABCD”, afirmou o economista. São Bernardo mostrou os melhores resultados da região. A cidade apresentou uma variação de 1,36% no nível de emprego, o que significa um acréscimo de aproximadamente 1.300 postos de trabalho. O principal setor que influenciou o resultado foi o de veículos automotores e autopeças (1,68%). Em contraponto, o setor de Produtos Químicos (-0,52%) mostrou variações negativas. *Esta reportagem foi produzida por alunos do curso de Jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo http://www.metodista.br/rronline/noticias/economia/2011/04/abc-gera-900-novos-empregos-em-marco-aponta-pesquisa-do-ciesp
Categoria: Economia
Escrito por Volney às 21h14
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